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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Livraria para crianças

Blog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para criançasBlog de ideiadeluz : Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Livraria para crianças

"Poplar Beijing foi a primeira livraria especializada em livros infantis da China. Ela conta com os mlehores livros infantis do mundo, acompanhada de um espaço amplo e de uma arquitetura divertida, que seduz os pequenos. E, pelo visto, os adultos também. Dica da @jakbarbosa"

Fonte : http://www.hypeness.com.br/2011/01/livraria-para-criancas/


  Esplêndido! É impossível os pequenos não interessarem-se mais pelos livros dessa maneira. Claro que as crianças têm uma imaginação muito criativa, mas se estimulados positivamente, certamente terão muito mais gosto pela leitura, criando outro tipo de relação com as letras, com a língua. Bela iniciativa porque valoriza o ponto de vista infantil.

Cássia Letícia Padilha - Estudante de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL

Todo aluno tem muito a ensinar



Todos nós temos uma vida de experiências particulares que influenciam a forma como nos sentimos e como percebemos o mundo. É importante deixar que o aluno se expresse da maneira que lhe é mais familiar, para que construa sua aprendizagem a partir de sua própria realidade, criando abstrações cada vez mais complexas. A evolução do conhecimento vai acontecendo de uma maneira mais simples, até atingir níveis mais refinados.
  O professor precisa acolher seus alunos, entender a realidade que vivenciam e planejar suas aulas usando recursos e formas de comunicação que aproximem os conteúdos dos alunos. Só assim, todos se tornarão sujeitos de seus saberes, crescendo dentro de seu próprio conhecimento, aprendendo a pensar e a reformular conceitos, para, quem sabe mais tarde, produzir um pensamento ainda mais avançado do que aquele recebido na escola. Afinal, a escola não é o fim, é o ponto de partida da vida intelectual dos alunos.
  A escola deve instigar a pensar e a buscar respostas novas para os problemas que surgirem ao longo da vida de cada um. No processo educacional, os alunos têm muito a ensinar aos educadores.


Cássia Letícia Padilha - Estudante de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL

EDUCAÇÃO EM FORMATOS DIFERENCIADOS

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   Na realidade atual em que as crianças estão indo para a escola cada vez mais cedo e que se fala tanto em modernização e atualização para acompanhar essas novas gerações, acabam surgindo instituições com formatos um pouco diferenciados do padrão escolar.
  Tem me chamado atenção alguns anúncios na mídia como, por exemplo, o “Método Supera” que já está presente em diversos Estados do país e agora está iniciando suas atividades no Rio Grande do Sul. Criado por um engenheiro tem o desafiador objetivo de desenvolver o cérebro a partir de exercícios de lógica e cálculo por meio do ábaco. O que me parece o grande trunfo é se utilizar de aulas dinâmicas e contagiantes o que acaba encantando o aluno.
   Como competências desenvolvidas citam a criatividade, a concentração, o raciocínio, a segurança e autoestima, a perseverança e disciplina, a memorização, a coordenação motora, o foco, a habilidade auditiva e o hábito de estudar. A ideia parece ir ao encontro da necessidade de mudança que a área da educação está precisando. Muito se fala na falta de interesse dos alunos, que estão acostumados a viver num mundo em constante transformação com acesso a inúmeras ferramentas, e dentro da escola em alguns casos acabam encontrando ambientes pouco inovadores e repetitivos, que acabam determinando quais os conhecimentos que a criança tem ou não a oportunidade de aprender baseados em normas e currículos às vezes não bem elaborados.
   Se realmente tivermos ferramentas para que sejam desenvolvidas as competências citadas acima, o restante seria muito mais fácil de ensinarmos porque o grande trunfo é formarmos cidadãos praticantes da leitura e escrita, que saibam se expressar, contestar, propor novas formas de se fazer algo, enfim se apropriem do conhecimento adquirido para realmente fazerem a diferença em nosso mundo e não serem apenas sujeitos que saibam decifrar o sistema de escrita e copiar o que já existe. Inclusive esta semana li um livro bem interessante sobre o assunto que se chama “Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário – Délia Lerner”.    
    Continuando a reflexão outro formato de escola que me chamou a atenção foi à questão dos Internatos, onde os alunos não apenas estudam, mas acabam residindo no local. De certa forma o debate sobre a necessidade dos alunos ficarem mais tempo na escola, acaba se aproximando dessa realidade. Hoje já se criou diversos projetos como o “Mais educação” em que os alunos ficam o dia inteiro na escola desenvolvendo várias atividades. E existem também outros debates nesse sentido como a questão de um projeto de lei aqui no estado que tenta acabar com as férias escolares, pois os pais não teriam com quem deixar os filhos nesse período.
   Analisando a situação parece até que estamos caminhando para futuros internatos em vez de escolas. Inclusive aqui no Rio Grande do Sul existem alguns em funcionamento. Na última semana vi um anúncio no Jornal que despertou a minha curiosidade. O nome é “Instituto de Educação Ivoti”. Fui verificar informações no site e eles tem uma proposta bem bacana de formar líderes para a sociedade brasileira e conta atualmente com alunos de seis estados brasileiros. Realmente o ganho desses alunos parece bem interessante, pois aprendem a se relacionar em grupo, respeitar o próximo, praticam atividades diferenciadas, inclusive programas de intercâmbio. Visto que atualmente algumas famílias tem uma rotina muito corrida e não conseguem tempo para dar uma maior atenção aos filhos, talvez fosse uma opção de um ambiente mais familiar onde residência e estudo se unificam.
   Acredito que nós como educadores podemos tirar grandes lições desses formatos diferenciados de escola procurando adaptar dentro do possível, inovações em nosso ambiente escolar padrão.

Fonte: http://www.metodosupera.com.br
           http://www.iei.org.br/internato

Carmen Scheibler de Oliveira – Aluna de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL

Grade Curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia a distância UAB/UFPEL










De onde vêm as boas ideias



Esse vídeo mostra uma teoria de como a interconexão de ideias e a maior conexão entre as pessoas pode criar um ambiente adequado ao desenvolvimento de novas ideias. Baseia-se no livro de mesmo nome, de STEVEN JOHNSON.

Cássia Letícia Padilha - Estudante de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL

Feliz eu vou crescer



Nossa imaginação muito tem a florescer.
Somos tão pequeninos, mas um dia vamos crescer.
Quando é hora de brincar , é só o que queremos fazer.
Mas se vêm os trabalhinhos, estamos prontos a aprender.
Com os amigos vou brincar, tudo quero aprender, tenho um mundo a sonhar.
Feliz eu vou crescer!



Letra, bateria e voz: Richtiele Bueno
Guitarra: Marcelo Delgado

Música criada para alunos da minha turma de educação infantil (Maternal 2b).


Richtiele Bueno - Estudante de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL

Sala de aula do futuro


Blog de ideiadeluz :Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Sala de aula do futuro
Escola tradicional x Escola inteligente

A escola tradicional
A escola inteligente
O professor - Passa a maior parte do tempo explanando sobre a disciplina, falando e fazendo anotações no quadro-negro
O professor - Na maior parte do tempo, propõe problemas para os alunos, coordena debates e orienta as pesquisas dos estudantes. Resume a aula expositiva ao mínimo necessário
O aluno - Fica em silêncio, ouvindo as explanações do professor e fazendo anotações em seus cadernos
O aluno - É desafiado constantemente a solucionar problemas, pesquisar, criticar e debater temas ligados à disciplina. A conversa entre os colegas não só é permitida como estimulada
A disposição da sala - O professor permanece em pé, diante dos alunos, junto ao quadro. Os alunos ficam sentados em carteiras individuais, separados em fila
A disposição da sala - O professor fica circulando entre os alunos, verificando o andamento dos debates ou da pesquisa, tirando dúvidas e dando orientações. Os alunos sentam-se em mesas de três lugares para estimular atividades em grupo
As atividades - Além de ouvir a lição do professor, o aluno responde a perguntas ou faz exercícios em livros e cadernos. As atividades práticas ficam condicionadas a horários e locais predeterminados
As atividades - Os estudantes assumem o papel de pesquisadores, em vez de ouvintes. Passam a maior parte do tempo buscando respostas, debatendo e avaliando o trabalho de outros colegas
Recursos pedagógicos - Em classe, são utilizados cadernos, livros, quadro-negro e mapas, slides etc. Para usar outros recursos, os alunos costumam vão (em horários e dias específicos) para laboratórios de informática ou ciências, ou para uma sala de artes
Recursos pedagógicos - Na mesma sala, há computadores, material de laboratórios de ciências e recursos da sala de artes. O professor pode estimular os alunos a encontrar um tipo de relevo num programa de mapas na internet e sugerir que eles reproduzam aquele tipo de terreno utilizando material como papel, massa e tinta
O tempo - O ensino é restrito ao horário escolar, isto é, à duração das aulas. Quando deixa a escola, o aluno estuda por conta própria ou completa uma tarefa elaborada previamente pelo professor
O tempo - A aprendizagem não se limita à escola. Pelainternet, em qualquer horário, o estudante pode participar dechats ou fóruns com os colegas, acessar materiais elaborados pelo professor e publicar o resultado de seus próprios estudos

Fonte: http://www.ita.br/online/2008/itanamidia08/set08/epoca13set08.htm

Boas idéias no Exterior


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Quem não gostaria de estudar na Vittra Telefonplan, na Suécia? O conceito deles aborda o fato de que o ambiente escolar é a maior ferramenta de aprendizagem. A escola tem cinco ambientes divididos em : A caverna (um espaço reservado para estudar), O laboratório (experiências e trabalho prático), Fogueira (Aulas em grupo), O furo (um lugar para desenvolver nossos impulsos), e o Teatro (Um lugar para se mostrar e descobrir coisas novas).

Criação do arquiteto Rosan Bosch.


Boas idéias no Brasil

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Nem só de mazelas e queixas vivem as salas de aula comandadas por educadores brasileiros. Uma seleta amostragem destes pioneiros, que trabalham em locais e culturas tão variados como o interior gaúcho, o Ceará e os Estados Unidos, demonstra que o próprio Brasil pode servir de inspiração para o restante do país superar dificuldades históricas.
— O enorme atraso do nosso ensino, que não faz jus à maioria dos demais indicadores do país, exige novas formas de promover a educação. Mais do que exigir isso somente dos professores, é fundamental que se mudem mentalidades dos gestores e da própria sociedade — afirma o consultor de projetos de tecnologia educacional Carlos Seabra.
Confira exemplos de quem já faz educação com mentalidade nova.
A receita de Igrejinha: todos avaliam todos
Em uma escola municipal de Igrejinha, no Vale do Paranhana, alunos costumavam se envolver em algazarras que por vezes resultavam em desentendimentos. A solução não veio da direção, de um orientador educacional ou de um professor. O diagnóstico do problema partiu do vigia da escola, graças a um sistema de avaliação que incluiu a cidade gaúcha em uma lista de boas práticas elaborada pelo Ministério da Educação.
A cidade de 31,6 mil habitantes implantou um modelo de monitoramento institucional em que todos avaliam todos, apontam falhas e revelam caminhos por onde o sistema pode progredir. Por meio de questionários entregues a pais, alunos, professores, funcionários de escola e gestores, a secretaria municipal consegue identificar problemas, buscar soluções e desatar nós que possam limitar o desenvolvimento dos alunos.

Em um desses questionários, um vigia apontou que a bagunça cotidiana era agravada pela demora dos professores em chegar às salas de aula. A razão? Levava muito tempo para preencherem o livro-ponto. Identificada a razão do transtorno, o município comprou relógios automáticos que diminuíram a burocracia e o tempo em que os alunos ficavam sem supervisão.
— É um exemplo simples de como o sistema em que todos se avaliam funciona. Assim, podemos identificar problemas e melhorar sempre - observa a secretária municipal da Educação, Liége Brusius, uma das criadoras do sistema juntamente com as assessoras Sigrid Izar Becker e Adriana Odete Koch dos Santos.
Por meio dos questionários, elaborados com perguntas diferentes para pais, alunos ou professores, por exemplo, é possível medir a satisfação de cada grupo com as condições de ensino, apontar deficiências de infraestrutura ou falhas de metodologia. O questionário é distribuído a cada três anos — com um índice de devolução superior a 90%. No intervalo entre as edições da pesquisa, em um ano são propostos planos de ações para corrigir os defeitos apontados e, no outro, esses planos são colocados em prática.
Os efeitos positivos incluem uma maior integração dos pais às escolas e melhoras no desempenho dos estudantes - desde 2005, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) subiu de 4,7 para 6,1 nas séries iniciais.
— Muitas escolas se queixam de que os pais não participam. Derrubamos esse mito. Eles só não participam se são chamados apenas quando há alguma reclamação, e no horário de trabalho. Quando eles sentem que podem contribuir, participam — resume a secretária.
Lista de material: cadernos, lápis, livros e... tablet
Tem o tamanho aproximado de um caderno, mas nele cabem palavras, desenhos, sons, movimentos, jogos e tudo que se possa imaginar. O tablet, espécie de prancheta digital que roda aplicativos e permite conexão à internet, vem conquistando espaço como ferramenta didática nas salas de aula do mundo inteiro - inclusive em escolas gaúchas.
Em Porto Alegre, o Colégio Israelita começou um projeto-piloto no ano passado envolvendo a Educação Infantil. O sucesso - e o interesse dos alunos mais velhos - foram tão grandes que neste ano a iniciativa foi estendida para todos os mais de 700 estudantes. Foi criado até mesmo um núcleo especializado em que os próprios alunos do Ensino Médio desenvolvem aplicativos, como jogos pedagógicos, no turno inverso às aulas.
— Ainda é um projeto em fase inicial, mas que já vem apresentando bons resultados — afirma a diretora-geral da escola, Mônica Timm de Carvalho.

A responsável ressalta, porém, que a tecnologia de ponta não substitui a leitura do bom e velho livro, as explicações dos professores e outros recursos tradicionais.
— O tablet é um elemento a mais, que não podemos ignorar porque faz parte da vida de crianças e adolescentes. Para eles, a tecnologia é uma coisa natural — sustenta Mônica.

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O tablet é ferramenta para a sala de aula
Foto: Félix Zucco
Como o uso do tablet varia conforme o aplicativo, ele pode ser utilizado das mais diversas formas. No segundo ano do Fundamental, por exemplo, crianças usam uma espécie de quebra-cabeças em que têm de deslocar barras coloridas até que uma se encaixe em um local pré-determinado. Assim, treinam o raciocínio lógico e a coordenação motora. Por ser portátil, leve e prático, permite que várias crianças se reúnam em volta de um e testem hipóteses em grupo para resolver problemas, por exemplo.
Para utilizar a ferramenta da melhor forma, os professores do colégio começaram a receber orientações específicas na universidade corporativa da escola - onde os educadores participam de formação complementar. Dos 89 educadores do Israelita, cerca da metade já está fazendo uso dos 35 equipamentos disponíveis em sistema de revezamento.
Professores treinados na sala de aula
Um dos problemas da educação brasileira, conforme especialistas, não está nas salas de aula das escolas, mas nas classes onde estudam os próprios professores para se graduarem. Deficiências na formação dos educadores, principalmente pela ausência de maior treinamento prático, acabam se refletindo em dificuldades de ensino nas salas de aula dos colégios. Para suprir essa lacuna, um projeto pioneiro apoiado pela Fundação Itaú Social e aplicado em 10 escolas públicas de São Paulo criou um método de formação em serviço.
A proposta é treinar um professor mais experiente, com reconhecida capacidade, para atuar como tutor de outros educadores. Além de ajudar a planejar aulas e atividades por meio de reuniões periódicas, o tutor acompanha algumas aulas do colega e sugere mudanças que podem melhorar o desempenho.
Entre as falhas corriqueiras estão hábitos como ficar muito tempo de costas para os estudantes, não reservar tempo para eles falarem, não direcionar perguntas à turma, entre outros pequenos pecados didáticos que só podem ser flagrados em plena atividade. O problema é que nem todos os educadores gostam de ser observados trabalhando.
— Há uma dificuldade inicial, porque a entrada em sala é vista como "intromissão". Mas o tutor não é um fiscal. Aí a resistência acaba superada porque os professores estão ávidos por apoio — afirma Isabel Santana, gerente da Fundação Itaú Social.
Sobral, Ceará: o mérito revoluciona o ensino
Há cerca de 10 anos, uma cidade cearense ostentava índices vergonhosos na educação básica: praticamente a metade dos alunos concluía a segunda série sem conseguir ler um texto, uma frase, uma palavra. Hoje, 97% das crianças estão aprendendo a ler no prazo adequado. A cidade promoveu nesse período uma revolução baseada na valorização do mérito, que teve efeitos amplos e vem chamando a atenção de especialistas.

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Em Sobral, seleção de diretores foi modificada
Foto: Prefeitura de Sobral/Divulgação
A implantação de uma série de medidas fez com que a rede da cidade de 188 mil habitantes obtivesse o segundo melhor desempenho municipal de todo o Nordeste pelo mais recente Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (média de 7,3), e quase zerou o abandono escolar nas séries iniciais.
Graças a esses feitos, virou exemplo em um documentário lançado recentemente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. A receita nordestina apresenta ingredientes pouco comuns na educação brasileira: os diretores deixaram de ser escolhidos por votação ou indicação política e passaram a ser nomeados por meio de concursos.
— Criamos uma seleção rigorosa, com prova escrita, avaliação comportamental e entrevista — revela o secretário municipal de Educação de Sobral, Julio Cesar da Costa Alexandre.
Além disso, foi reduzido o número de escolas do município para otimizar recursos, os professores passaram a receber cursos frequentes de formação e bônus de R$ 800 para a aquisição de um computador para uso próprio. Todo esse processo é completado pela realização de duas avaliações anuais.
— Fazemos uma prova por semestre para avaliar o desempenho dos estudantes, das escolas e de toda a rede — conta o secretário.
Alunos viram inventores
Já pensou entrar em uma escola onde a sua principal tarefa é sonhar com uma invenção e tentar transformá-la em realidade? Esse tipo de colégio, onde aulas convencionais e decoreba não têm vez, já existe: três estão nos Estados Unidos, uma na Rússia e outra na Tailândia. Mas o responsável por lançar um dos mais instigantes projetos de revolução educacional dos últimos anos é brasileiro.
Professor na universidade americana de Stanford, Paulo Blikstein é o responsável pelo projeto FabLab@School (FabLab é abreviatura em inglês para "laboratório de fabricação").
O projeto é instalar, nos colégios, laboratórios onde é possível fabricar praticamente qualquer coisa, com auxílio de computadores, máquinas de corte de materiais a laser e outros equipamentos. Pode-se criar um veículo automotor com sensor para evitar choques, por exemplo, ou um sistema para desligar lâmpadas automaticamente e poupar energia.
— Nos nossos laboratórios, o aluno tem liberdade para criar, mas percebe que, para criar algo interessante, precisa entender a ciência e a engenharia por trás da ideia, então você tem o melhor dos dois mundos — vibra Blikstein.


Fonte - ZERO HORA

A Cura que desejo para todos os que amo.



  Há algum tempo que me deparei com um vídeo que mexeu fortemente comigo. Aquele tipo de coisa que toca de fato nosso coração, motiva e dá mais energia. Então achei pertinente com o assunto da educação, porque não há maneira melhor de acelerar nosso desenvolvimento e o do nosso entorno, do que conhecer melhor a nós mesmos, conhecer as pessoas com quem nos relacionamos, com quem vivemos.
  Robert Happé fala com muita simplicidade, de um assunto complexo: Nessa época em que vivemos estamos fazendo história porque estamos despertando. Conseguimos enxergar que não gostamos do que vemos. Estamos nos tornando mais conscientes. Faz questionamentos que nos levam a refletir que devemos sair da programação do medo que as instituições(igreja, escola, governo, etc), com quem interagimos desde que nascemos nos impõem. Sentimos esse medo e esquecemos de ouvir nossos corações. Fugimos dessa nossa natureza humana, fugimos dos nossos sentimentos – aí é que surge o sofrimento, porque nos tornamos facilmente controlados por quem não tem interesse em servir o amor para os humanos. O medo imposto é a ultima tentativa para controlar a humanidade. As ilusões que criamos com isso fazem-nos esquecer do que é real – nunca estaremos felizes enquanto vivermos nessa ignorância, porque assim estamos desconectados de nós mesmos. Felicidade é se expressar pelo coração. Assim, paramos de depender de fora, tornando-nos despertos, vendo que o sistema não está do nosso lado. Podemos finalmente nos tornarmos conscientes do nosso poder – que está no amor. Espiríto é amor e está dentro de nós – precisamos praticá-lo. Precisamos ensinar às crianças a verdade – nós somos filhos do divino, conectando-nos com nosso poder criador percebemos que somos mensageiros do amor e podemos fazer tudo um pouco melhor. Essa verdade representa nossa cura. Assim poderemos cooperar mais um com o outro. E isso é liberdade.
  Acredito que poderemos mudar a forma de ensinar, quando olharmos para a realidade da nossa turma e formos capazes de seguir nossa intuição. Claro que queremos receber melhor remuneração, mas a mudança começa dentro de nós mesmos. Ensinar acessando o nosso coração, sendo capazes de ouvir nossa intuição e fazer o trabalho que acreditarmos ser o melhor para aquelas crianças, naquele momento. Ensinar essa verdade aos alunos, indicar que todas as respostas das quais realmente precisam estão no coração de cada um deles. Que amar é sim o caminho, acolher cada um com todo seu potencial e impulsioná-los ainda mais, para que acreditem em si mesmos. Assim certamente começaremos a enxergar um mundo melhor e obteremos maior colaboração dos pequenos, alcançando melhores resultados também a nível acadêmico.

Biografia (Robert Happé)
Fonte: http://www.roberthappe.net/pages/biografia.asp
  Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.
  Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.
  Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil. Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

Cássia Letícia Padilha – Estudante de pedagogia - UFPEL

Educação Inclusiva

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Recursos para a educação inclusiva: Como a tecnologia vem trazendo avanços para essa área.

Para quem não enxerga ou não consegue se movimentar, equipamentos, objetos e brinquedos inclusivos possibilitam um aprendizado mais fácil.

  A criança chega à escola sem falar ou mexer braços e pernas. É possível ensiná-la a ler, por exemplo? Sim, e na sala regular. Para quem tem deficiência, existe a tecnologia assistiva, composta de recursos que auxiliam na comunicação, no aprendizado e nas tarefas diárias.
  As chamadas altas tecnologias são, por exemplo, livros falados, softwares ou teclados e mouses diferenciados. "Existem recursos para comandar o computador por meio de movimentos da cabeça, o que ajuda quem tem lesão medular e não move as mãos", afirma a fisioterapeuta Rita Bersch, diretora do Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, em Porto Alegre, onde as crianças que aparecem nesta reportagem são atendidas. Já as baixas tecnologias são adaptações simples, feitas em materiais como tesoura, lápis ou colher.
  Com o mesmo intuito de promover a inclusão, há brinquedos que divertem crianças com e sem deficiência. Os mostrados aqui foram feitos por alunos de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina. Já os livros táteis são do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, de Florianópolis. O educador da classe regular pode procurar esses materiais na sala de atendimento educacional especializado (a sala de apoio). "Nela, o professor especializado oferece recursos e serviços que promovem o acesso do aluno ao conhecimento escolar. Por isso, o diálogo entre os dois profissionais é fundamental", afirma Rosângela Machado, coordenadora de Educação Especial do município de Florianópolis. Confira alguns materiais que podem favorecer a aprendizagem da sua turma.


Matheus Levien Leal, 10 anos 


TECLADO VERSÁTIL

  Matheus Levien Leal, 10 anos, está na 4a série e tem paralisia cerebral e baixa visão. Ele usa um teclado com várias lâminas, trocadas de acordo com a atividade. A de escrita, por exemplo, tem cores contrastantes e letras grandes. O equipamento é programado para ajustar o intervalo entre os toques, evitando erros causados por movimentos involuntários.

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DIGITAÇÃO SEM ERROS
  
  O suporte, colocado sobre o teclado, chama-se colméia. Ele impede que o estudante com dificuldade motora pressione a tecla errada. 

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NUM PISCAR DE OLHOS

  O acionador faz a função do clique do mouse e pode ser ativado ao bater ou fechar a mão, puxar um cordão, piscar, soprar, sugar... O aparato pode ser colocado em qualquer parte do corpo do aluno. Com ele, é possível acessar livros virtuais, brincar com jogos e até digitar, usando um teclado virtual.


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JOGOS COLORIDOS

  João Vicente Fiorentini, 10 anos, tem deficiência física e está na2a série. Por causa da dificuldade de segurar o lápis, ele usa materiais adaptados e aprende a escrever com jogos feitos de tampinhas e cartões plastificados. O material permite a João ainda relacionar cores e quantidades.


A Educação está desmoralizada e pede socorro!



  Já há algum tempo estamos percebendo a desvalorização não só da função do professor, mas também da escola, instituição que durante um tempo serviu com o objetivo de repassar conhecimentos para algumas pessoas que se julgava serem detentoras de uma melhor posição na sociedade. Chegou um tempo que inclusive existiam escolas diferenciadas para ricos e para pobres. Felizmente os tempos mudaram. Vivemos em uma sociedade democrática, onde todos são considerados iguais (ou deveriam ser), sem preconceitos e julgamentos em virtude de classe social ou qualquer outra situação. O Objetivo hoje da escola é formar cidadãos para viverem em sociedade da forma mais harmônica possível, e respeitando o meio ambiente em que vivem.
  De fato existem conteúdos a serem repassados, mas sempre lembrando que o mundo está em constante mudança, ou seja, o conteúdo vai ser apenas o ponto de partida, cada vez que for abordado por uma determinada turma, ele poderá ser reinventado, melhorado, acrescentado. A modernidade exige isso, estamos em constante transformação, não é mais permitido fazer apenas o básico, mas sim procurar estar sempre melhorando, trazendo ideias, questionando, reformulando.
  Então porque a escola está ficando em segundo plano para os políticos, para a comunidade, porque o professor é um profissional pouco valorizado, porque o aluno está mostrando cada vez menos interesse, porque há tanta evasão escolar, porque, porque, por que... Será que no ambiente escolar está faltando exatamente isso: aprendermos a perguntar, questionar, pois só isso nos fará avançar.
  Dentro desse contexto a “RBS” lançou uma campanha tentando fazer com que a população reflita sobre a educação, intitulada “A Educação precisa de respostas”. A partir disso fomos bombardeados com uma série de reportagens que escancaram números preocupantes do que vem ocorrendo na educação do país. Percebe-se claramente que algo está errado, pois hoje as crianças desde pequenas já são mais ativas, participativas, tem muito mais acesso a diversos recursos do que tinham antigamente e porque há tanta reprovação? Abaixo cito algumas questões que foram levantadas:
  • Baixo investimento na educação básica: em comparação com outros países o Brasil aplica um valor muito baixo por estudante;
  • Pouca inovação na sala de aula: A Escola é do século 19, o professor é do século 20, mas o aluno é do século 21. O aluno do século 21 não quer coisa enlatada- analisa Mozart Neves Ramos;
  • Baixa participação da comunidade: Pouco envolvimento da família - em pesquisa realizada pelo Ibope “Educar para crescer” 72% das famílias dá uma média 7,0 para escolas públicas e privadas;
  • Gestão ineficiente: Em muitos locais há nomeação política de diretores;
  • Desprestígio do magistério: baixa remuneração, afugentando os melhores alunos para outras áreas;
  • Má formação dos professores: os cursos não preparam adequadamente;
  • Reformulação do currículo: reinventar, atualizar;

INDÍCIOS DA POUCA IMPORTÂNCIA QUE A EDUCAÇÃO TEM NO IMAGINÁRIO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA – FONTE ZERO HORA 30/08/2012
PERCENTUAL
SITUAÇÃO
70%
Não sabem o que o prefeito está fazendo para melhorar a qualidade do ensino
1%
Considera as propostas de educação determinantes na hora do voto
89%
Não veem a educação como principal problema do país
20%
Acreditam que a educação é também responsabilidade da população
7%
Acham que a educação é responsabilidade dos pais
68%
Pensam que a responsabilidade é do governo

  Essa semana me surpreendi lendo as propostas de campanha de alguns candidatos a prefeito de Porto Alegre. Existem promessas na área da educação, mas normalmente voltadas para ampliação de vagas e não qualificação do ensino. Inclusive uma das candidatas está propondo que se vencer irá fornecer tablets para todos os alunos e professores. Fica a pergunta: Adianta darmos instrumentos sem ensinarmos a usá-los? Em valorização e qualificação de professores ainda não encontrei nada nas promessas de campanha. Será que vai mudar alguma coisa fornecermos tecnologia se o professor não souber usar?
  Acredito que este é o momento de todos nós olharmos para esse assunto tão sério que é a educação e nos perguntarmos de que forma a mudança deve acontecer e cada um procurar fazer algo para melhorar este cenário, pois que a educação é essencial para vivermos em sociedade ninguém pode discordar, então vamos fazer a diferença propondo ideias e fazendo a coisa acontecer.


Carmen Scheibler de Oliveira – Estudante de Licenciatura em Pedagogia - Ufpel

Profissões sem fronteiras



  Como se desenvolvem, como se interessam, como as pessoas tem vivido?
Uma mudança de conceitos. Se antes faziam sentido todas as estruturas hierarquizadas, bem definidas e bem organizadas, hoje não faz mais tanto sentido não. As pessoas tem tido mais facilidade de conectarem-se e descobrir por si só novas alternativas e recursos para porem em ação suas ideias. Vivemos em uma época onde o mundo inteiro está conectado.
As ideias se desenvolvem mais rapidamente por dois motivos: pessoas conectadas e recursos disponíveis. Hoje as pessoas querem viver mais o caminho, ter prazer no que fazem e arriscam mais, investido em seus ideais.  
  Se antes tentavam uma colocação no mercado "estável", porém restrito, hoje podem "inventar" suas profissões, encarar o mundo, levantar dados e investir nas suas ideias encontrando um mundo muito mais dinâmico e aberto. As pessoas querem viver melhor – vemos que os mais novos têm menos paciência com as hierarquias, mais autoconfiança e muitas vezes conseguem o sucesso muito mais cedo. Essa nova geração está mudando radicalmente o mundo e acredito que é nesse sentido que a escola tem de se ressignificar.

   A inclusão digital, a valorização da comunidade (nesse contexto os novos aceitam muito melhor os diferentes tipo de contribuição, desde que tratem-se de igual pra igual, independentemente da classe social ou idade, trabalham melhor em grupo), a valorização das ideias e formas de viver que as pessoas desenvolvem ao longo da sua via, a busca da vida com prazer - tudo isso acredito que vem ao encontro das novas formas de ensino a serem desenvolvidas: trabalho em grupo, em ambientes diversificados, utilização de meios eletrônicos e digitais, inserção se elementos da comunidade e entorno na escola.
  Impaciente pela evolução humana, vi aí uma conexão entre ideias e potenciais humanos que pode transformar o conceito de educação para algo mais proveitoso do que esse modelo formal entre professor e aluno, altamente hierarquizado e meio contraproducente. Todos aprendem , todos ensinam, todos se desenvolvem até o final da sua vida. As gerações mais antigas podem continuar desenvolvendo-se, adaptando-se e produzindo com alegria.


Cássia Letícia Padilha - Estudante de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL

Conhece-se a planta pela semente.

Blog de ideiadeluz :Dar vida ao coração, amor às pessoas, razão à vida, determinação à carne e alegria à alma., Conhece-se a planta pela semente.
  
Geracao coca-cola (Legião Urbana)
Quando nascemos fomos programados
Pra receber de vocês
Nos empurraram com os enlatados
Dos U.S.A., de nove as seis
Desde pequenos nos comemos lixo
Comercial e industrial
Mas agora chegou nossa vez
Vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês
Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola
Depois de 20 anos na escola
Não é difícil aprender
Todas as manhas do seu jogo sujo
Não é assim que tem que ser
Vamos fazer nosso dever de casa
E aí então vocês vão ver
Suas crianças derrubando reis
Fazer comédia no cinema com as suas leis
Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola
Geração Coca-Cola
Geração Coca-Cola
Geração Coca-Cola


Conhece-se a planta pela semente.


  Precisamos respeitar o ser humano e sua necessidade de expressar a individualidade. Não podemos continuar a tentar moldar um ser humano, despejando conhecimentos que julgamos necessários, sem prestar atenção em quem é o aluno em questão.
  Não podemos descontextualizar o ser humano. Cada um de nós é um universo em expansão, complexo em suas relações. Somos um apanhado de fatores como o local onde nascemos, as pessoas com quem convivemos, a cultura que nos acolhe, os sonhos que concebemos, a família que nos alimenta, e o corpo que nos limita - mas nossa consciência é livre.
  Por isso acredito que o papel da escola é dar opções, acolher e como já disse o professor Paulo Freire, mais importante do que tudo é ensinar a pensar. Caso a escola negue sua finalidade central, a nossa sociedade já meio decrepta, não tardará a ruir.
Precisamos de mais amor no ensino, mais atitude, mais atualizações, mais e muito mais comprometimento e parceria entre o governo e a sociedade. Não adianta tratar o ser humano como uma máquina onde inserimos matéria prima e apanhamos o produto pronto, pois somos mais do que isso. Somos capazes das mais belas e louváveis ações, e das mais feias atrocidades. Historicamente já demos provas disso através das guerras, disputas, preconceito e até de genocídios.
  Precisamos plantar boas sementes, e cultivar muito bem cada plantinha, para colher bons frutos. Cada uma dessas plantinhas tem seu tempo e é única, original, insubstituível.
Ou então as gerações futuras continuarão cada vez mais intensamente "cuspindo o lixo de volta" em cima de nós. Eu não sei quanto aos outros, mas continuo preferindo os melhores frutos. Mas uma das poucas certezas que podemos ter é que "quem planta colhe", conforme reza a sabedoria popular.

Cássia Letícia Padilha  - Estudante de Licenciatura em Pedagogia - UFPEL