Páginas

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A Cura que desejo para todos os que amo.



  Há algum tempo que me deparei com um vídeo que mexeu fortemente comigo. Aquele tipo de coisa que toca de fato nosso coração, motiva e dá mais energia. Então achei pertinente com o assunto da educação, porque não há maneira melhor de acelerar nosso desenvolvimento e o do nosso entorno, do que conhecer melhor a nós mesmos, conhecer as pessoas com quem nos relacionamos, com quem vivemos.
  Robert Happé fala com muita simplicidade, de um assunto complexo: Nessa época em que vivemos estamos fazendo história porque estamos despertando. Conseguimos enxergar que não gostamos do que vemos. Estamos nos tornando mais conscientes. Faz questionamentos que nos levam a refletir que devemos sair da programação do medo que as instituições(igreja, escola, governo, etc), com quem interagimos desde que nascemos nos impõem. Sentimos esse medo e esquecemos de ouvir nossos corações. Fugimos dessa nossa natureza humana, fugimos dos nossos sentimentos – aí é que surge o sofrimento, porque nos tornamos facilmente controlados por quem não tem interesse em servir o amor para os humanos. O medo imposto é a ultima tentativa para controlar a humanidade. As ilusões que criamos com isso fazem-nos esquecer do que é real – nunca estaremos felizes enquanto vivermos nessa ignorância, porque assim estamos desconectados de nós mesmos. Felicidade é se expressar pelo coração. Assim, paramos de depender de fora, tornando-nos despertos, vendo que o sistema não está do nosso lado. Podemos finalmente nos tornarmos conscientes do nosso poder – que está no amor. Espiríto é amor e está dentro de nós – precisamos praticá-lo. Precisamos ensinar às crianças a verdade – nós somos filhos do divino, conectando-nos com nosso poder criador percebemos que somos mensageiros do amor e podemos fazer tudo um pouco melhor. Essa verdade representa nossa cura. Assim poderemos cooperar mais um com o outro. E isso é liberdade.
  Acredito que poderemos mudar a forma de ensinar, quando olharmos para a realidade da nossa turma e formos capazes de seguir nossa intuição. Claro que queremos receber melhor remuneração, mas a mudança começa dentro de nós mesmos. Ensinar acessando o nosso coração, sendo capazes de ouvir nossa intuição e fazer o trabalho que acreditarmos ser o melhor para aquelas crianças, naquele momento. Ensinar essa verdade aos alunos, indicar que todas as respostas das quais realmente precisam estão no coração de cada um deles. Que amar é sim o caminho, acolher cada um com todo seu potencial e impulsioná-los ainda mais, para que acreditem em si mesmos. Assim certamente começaremos a enxergar um mundo melhor e obteremos maior colaboração dos pequenos, alcançando melhores resultados também a nível acadêmico.

Biografia (Robert Happé)
Fonte: http://www.roberthappe.net/pages/biografia.asp
  Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.
  Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.
  Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil. Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

Cássia Letícia Padilha – Estudante de pedagogia - UFPEL

Nenhum comentário:

Postar um comentário